Cerca de 60 mil pessoas são esperadas em Brasília durante a sétima edição da Exposição Ciência para a Vida. O evento mostra mais de 200 tecnologias desenvolvidas pela Embrapa. Branca e Neve são éguas gêmeas. Elas nasceram de um mesmo embrião. Mas o que importa para os olhos curiosos das crianças é que as duas são albinas. %u201CÉ engraçado falar porque não existe aqui. É a primeira vez que eu vejo%u201D, disse o menino. Elas são o resultado de pesquisa da Embrapa Recursos Genéticos, que também levou para a Exposição Ciência para a Vida a vaca porã. Ela foi clonada e pertence a uma raça ameaçada de extinção. A raça junqueira descende de animais que vieram de Portugal ainda na época do descobrimento ainda. Com o passar do tempo, a raça foi sendo substituída pelo gado zebuíno. Hoje, não existem mais do que cem animais como este. O pesquisador da Embrapa Arthur Mariante explicou a importância da preservação do material genético. %u201CEssas raças adquiriram certas características de adaptação e resistência que são fundamentais inclusive para trabalhos futuros e em transferir genes dessas raças para raças comerciais%u201D, falou. A exposição tem mais de 200 tecnologias desenvolvidas pela Embrapa, como a máquina chamada briquetadeira, que transforma resíduo agrícola em lenha ecológica. Na exposição o pesquisador usou casca de arroz. %u201CPode processar casca de café, bagaço de cana, palha de cana, serragem, capim. Qualquer resíduo que possa ser moído e seco pode ser processado na máquina%u201D, esclareceu Luiz Dilcio, engenheiro químico da Embrapa. Em outra parte da exposição há novidades para a agricultura familiar. Tem bijou com sabor de frutas e patê de tilápia. No espaço do futuro, um fazendeiro virtual conversa com o visitante. A Exposição Ciência para a Vida fica na sede da Embrapa em Brasilia até domingo. | ||||
Fonte: www.globorural.com.br
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